domingo, 11 de janeiro de 2009

ela igual.

Sempre fora assim. extrema. exagerada. intensa. e queria poder dizer à ele. que doía nela tudo isso. se sentir ciúmes de outra qualquer que se aproximasse dele. era exagero. então sim era exagerada. se prometesse a eternidade à ele era demais. então era demasiada.e se tudo isso era irritante. então ela irritaria ele todos os dias. queria poder ser diferente. mas seria igual. e agora sentia tanto medo de todos aqueles sentimentos. que andavam explodindo no peito. queimando a alma. dilacerando o coração. era tão confuso. que tinha dificuldades pra respirar. ofegava. parava. e depois suspirava. nem ela entendia nada. por isso não desejava que ele compreendesse alguma coisa. tinha sido único homem na vida dela. mas isso não fazia com que ele tivesse obrigações. queria amor. só isso. e se ainda assim. ele saísse fazendo barulho pela porta. ela se calaria. porque apesar de tudo. não gostava de sufocar ninguém. choraria sozinha. perderia algumas vontades. e esperaria por ele. mesmo que aquela porta nunca mais fosse aberta. e as mãos dele não voltasse a tocar o corpo dela. e mais uma vez seria igual...

P.s: Só uma história.

4 comentários:

Docinho disse...

ela queria amar e ser amada
como toda mulher sonha
;)
ta certa


bjinhos docinhos

Germano Xavier disse...

Sabe qual é um dos motivos que fazem com que seus textos sejam cada vez mais atraentes, Jaque? É que eles têm uma aproximação com a realidade que beira as suas essências, as suas arestas.

Gosto de ler você.
Um carinho.

Continuemos...

Flávia disse...

Eu sou exagerada, assumida e irremediavelmente...

Um beijo!

D.Ramírez disse...

Não costumo ler comentários de outros quando vou comentar, pq as vezes influencia ou me dispersa o texto que li...
Mais uma vez vim para comentar seu lindo texto, e sem querer li o comentario do Germano..
Nada mal, pq ia dizer alguma semelhança..mas vou usar as palavras dele, em tudo.

Besos